domingo, 25 de Maio de 2008

Fatal 2008 - Workshop de Fotografia de Teatro


Imagem de Tânia Araújo


WORKSHOP DE FOTOGRAFIA DE TEATRO

28 de Abril a 27 de Maio de 2008


A Reitoria da Universidade de Lisboa e o Movimento de Expressão Fotográfica - MEF promovem um Workshop de Fotografia de Teatro, no âmbito do 9º Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa - FATAL 2008.

O Workshop é composto por uma componente teórica de fotografia de cena e por uma parte prática que consiste na cobertura completa do Festival.

Foram criadas equipas de trabalho para a cobertura do Festival, sendo estas coordenadas no terreno pela formadora Tânia Araújo e em sala de aula pelo formador Luís Rocha.

Organização:
Reitoria da Universidade de Lisboa
Movimento de Expressão Fotográfica - MEF

Parceria:
Oficina de Fotografia - Espaço Municipal da Flamenga - Departamento de Acção Social - Câmara Municipal de Lisboa

sábado, 24 de Maio de 2008

Cartaz FATAL 2008


Cartão PHOTO PRESS


Cartão identificativo dos participantes no Workshop.


Design de Tânia Araújo

Festa de Encerramento

Festa de Encerramento | Bruno Mendes











Festa de Encerramento | João Sollari




Festa de Encerramento |Tânia Araújo













Apontamentos do Festival | Bastidores









sexta-feira, 23 de Maio de 2008

Missa Tiburtina

  • Imagens Bruno Mendes
  • Imagens Helder Roque
  • Imagens Nica Paixão
    • Missa Tiburtina | Bruno Mendes






      Missa Tiburtina | Helder Roque






      Missa Tiburtina | Nica Paixão









      quarta-feira, 21 de Maio de 2008

      Peça | O Retábulo das Maravilhas

      O grupo que ensaia O Retábulo das Maravilhas reconta a velha história de O Rei vai nu. Distribuem-se papéis, constroem-se disfarces e máscaras duplamente contraditórias. A trupe chega à cidade imaginária - teatro - pelos caminhos enganosos escritos nos cata-ventos. São vendedores ambulantes de ilusões. Afiam-se as línguas na pedra da lisonja, o espectáculo é apenas um lençol branco entre duas estacas. “As maravilhosas maravilhas do maravilhoso retábulo das maravilhas” não são visíveis para todos, só para quem tiver a consciência tranquila: “é preciso vê-lo para crer nele, mas também é preciso crer nele para o ver”.


      Ficha Técnica Encenação: Ávila Costa Interpretação: Beatriz Brito, Flávio Nunes, Joana Araújo, Jorge Albuquerque, Jorge Completo, Marisa Russo, Miguel Silveira, Salomé Xavier

      GTL, Grupo de Teatro de Letras / Faculdade de Letras - Universidade de Lisboa

      O Retábulo das Maravilhas | Tânia Araújo










      O Retábulo das Maravilhas | Eduardo Encarnação








      Tertúlia

      O Retábulo das Maravilhas | João Sollari






      terça-feira, 20 de Maio de 2008

      Peça | Inimigos

      A peça fala de jovens que vivem um relacionamento presidido pelo medo, agressão, ironia, desvalorização recíprocas, no mundo fechado de uma sala sem o mestre, desde sempre já expulso e ao mesmo tempo desejado! Pois trata-se de uma “sociedade” carente de saber e ansiosa pelo mesmo. A sala de aula é como uma prisão onde são representados os horrores de uma vida sob o signo da violência. Estes jovens não são delinquentes, não pertencem a nenhum grupo fechado à margem da sociedade mas são sim a representação de própria sociedade violenta, da própria violência das relações humanas, e também das fantasias, desejos e potencialidades humanas não realizadas ou subrealizadas.


      Ficha Técnica Encenação: Pedro Wilson Interpretação: Rui Ferreira, Cristóvão Ferreira, Andreia Susano, Daiane Tozzi, Sónia Clemente, Rita Brás, Fátima Sousa

      GTAL, Grupo de Teatro Académico de Leiria do Instituto Politécnico de Leiria

      Inimigos | Tânia Araújo










      Inimigos | Hélder Roque









      Inimigos | Ricardo Vital








      Tertúlia



      Performance | O meu Fado

      O Meu Fado | Eduardo Encarnação










      O Meu Fado | Luís Conde









      O Meu Fado | Manuel Esteves










      O Meu Fado | Pedro Bizarro










      O Meu Fado | Ricardo Vital









      O Meu Fado | Rute Martins










      O Meu Fado | Tânia Araújo








      segunda-feira, 19 de Maio de 2008

      Peça | 84

      A guerra é a paz
      A liberdade é a escravatura
      A ignorância é a força
      Para o Partido, o mais importante é manter-se no poder.
      Ele sabe que quem domina o presente, domina o passado, e quem domina o passado, domina o futuro.
      Porque o passado muda a cada momento e todos o esquecem.
      Na sociedade do duplo-pensar, da anulação do crime mental, da novilingua.
      Mas, desde que Orwell escreveu 1984, as coisas mudaram.
      Já não existem confrontos entre blocos
      O poder já não utiliza o terrorismo e lhe dá forma
      Ninguém pretende controlar o nosso pensamento para torná-lo uno e torpe
      Não se inventam inimigos que estão por detrás de todos os males do mundo
      Ou sim?



      Ficha Técnica Encenação: Fernando Dacosta Interpretação: Miguel Martínez (Siro), Suso Mira (Fenton), Héctor Casas (Dato), Raquel Penín (Mulher), Maica Corbal (Mulher 2), Eva Tato (Bibliotecária), Marta Pérez (Gimnasta),Paula Dopazo (Vizinha), Miguel Estévez (Filho soldado), Fani Arjiz (Mãe), Silvia Domínguez (Irmã), Brais Cidras (Fenton em criança), Toni Bañobre (Otoniel), María Díaz (Laia), Carlos Lesmes (Pai), Todos (O Partido)

      84 | Tânia Araújo










      84 | Luís Conde









      Tertúlia

      84 | Manuel Esteves








      domingo, 18 de Maio de 2008

      Peça Site Specific | Othello

      Ambição, inveja, traição e morte. O mouro Otelo, homem destemido e grande guerreiro, casado com a bela e jovem Desdémona, torna-se governador e nomeia o Tenente Cássio como seu alferes, provocando a inveja de Lago, homem cínico que almeja o cargo. Para se vingar, Lago envenena Otelo com suas palavras, insinuando que a a esposa Desdémona e o tenente Cássio o traem. Revelando toda a sua obscuridade da alma humana movida pela sede de vingança, “Othello” mergulha nas profudenzas do comportamento humano.


      Ficha Técnica Encenação: David Silva Interpretação: Ana Martins, David Cabecinha, Diogo Pinto, Sara Maldonado, Susana Quaresma, Vesna Mihelj e Welket Bungué

      Rastilho, Grupo de Artes Representativas da Faculdade de Arquitectura - Universidade de Lisboa

      Othello | Nica Paixão









      Tertúlia

      Othello | Tânia Araújo










      Othello | Youri Paiva








      Tertúlia

      Peça | Posso Avançar? Pergunta o Cavalo

      Os intérpretes jogam diferentes jogos de crianças, de integração, de guerra, de culto. Jogam a ser eles e outros, a representar, a dançar. Jogam no seu caminho e na sua história. Em palco, sucedem-se ligações que estão relacionadas com diferentes características do jogo a jogar, como a seriedade e o compromisso que implica esse jogo. Tensão e competição caminham lado a lado em palco, que há-de ser o seu campo de acção e passatempo. A linguagem corporal impera neste espectáculo, uma nova abordagem do teatro sem texto, o teatro em que o movimento transmite a mensagem integral da encenação.

      Ficha Técnica Encenação: Cecília Gomez Interpretação: Graça Faustino, João Cantador, Mafalda Morão, Nicia Silva, Rui Pires, Sérgio Novo

      TeatrUBI / Teatro da Universidade da Beira Interior, e ASTA

      Posso Avançar? Pergunta o Cavalo | Tânia Araújo










      Posso Avançar? Pergunta o Cavalo | Bruno Mendes












      Posso Avançar? Pergunta o Cavalo | Pedro Bizarro










      Tertúlia




      Performance | Love Me

      Love Me | Luís Conde












      Love Me | Maria Albuquerque







      sábado, 17 de Maio de 2008

      Performance | Limites da Censura

      Limites da Censura | Rute Martins










      Limites da Censura | Eduardo Encarnação



      Peça | Sonho de Uma Noite de Verão

      Prestes estão as bodas de Teseu e Hipólita, mas nem tudo vai bem na corte de Atenas: Hérmia recusa ceder ao pulso do pai e planeia a fuga com o seu bem-amado Lisandro; Demétrio, o noivo preterido, segue no seu encalço perseguido por Helena, que o ama apesar de sofrer persistentemente o seu desdém. Quando todos se perdem na floresta, os fulgores da desobediência, do amor e do ciúme ficam à mercê dos arrufos de Titânia e Oberon, reis das fadas desavindos. Os seus caprichos mandam, desmandam, dão o compasso ao latejar nocturno da floresta e reordenam a vida à superfície.



      Ficha Técnica Encenação: Rosa Quiroga Interpretação: Amana Duarte, Bárbara Sá, Bruno Dias, Carla Capela, Daniel Viana, Emanuel Santos, Joana Martinho, Nuno Campos, Marco Barbosa, Sara Montalvão, Tiago Vouga

      TUP / Universidade do Porto

      Sonho de Uma Noite de Verão | Tânia Araújo










      Sonho de Uma Noite de Verão | Ana Banha










      Sonho de Uma Noite de Verão | Mariana T Mota










      Performance | Casemos!

      Casemos! | Ana Banha










      Casemos! | Mariana T Mota










      Peça | Dar Corpo ao Manifesto

      Dar corpo ao manifesto, parte da instalação de textos, cuja especificidade é serem manifestos a que os actores dão corpo, apropriando-se deles, discutindo com eles, e construindo situações em que a presença de cada actor em palco é o factor teatral mais importante. O manifesto é um texto que, por natureza, é um u-topos, ou seja um discurso ainda sem lugar que não seja o da utopia ou da disforia. Aqui, também sem lugar. os manifestos cruzam-se por estilhaços e fragmentos sem imagem definida ou completa, refazendo uma história no vai-vém que possuem entre o passado da sua constituição, e o presente da sua afectação social e cultural. É a enunciação do desejo político, que aqui se encena, cada vez que os manifestos ressoam no palco.


      Ficha Técnica Encenação: João Cabral e Rosa Cabral Interpretação: Eleonora Rocha, Gonçalo Fortes Dacosta, Inês Vigário Nunes, Mariana Vital, Tânia Rita dos Santos, Marina Pacheco Nobre, Maria Ana Monteiro e Sofia Mendes
      ULTIMACTO / Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação - Universidade de Lisboa

      Dar Corpo ao Manifesto | Youri Paiva











      Tertúlia

      Dar Corpo ao Manifesto | Tânia Araújo










      Dar o Corpo ao Manifesto | João Sollari











      Tertúlia


      Performance | Tá a Andar de Mote

      sexta-feira, 16 de Maio de 2008

      Tá a Andar de Mote | Bruno Mendes















      Tá a Andar de Mote | Youri Paiva




      Performance | Revê-te e Agora Vê-te

      Revê-te e Agora Vê-te | Jorge Figueiredo








      Revê-te e Agora Vê-te | Paulo Martins










      Peça | O Avarento

      Valério, jovem separado da família, após certas perturbações sociais, semelhantes às hodiernas, salvou Elisa do perigo de morrer afogada. Apaixonado pela jovem, resolve vir colocar-se como mordomo do pai desta, Harpagão, que quer casar sua filha com outro homem. Cleanto irmão de Elisa ama Mariana, que por sua vez circula entre pai e filho. Falta Anselmo: «deus ex machina», espécie de gato-com-botas napolitano, alguém que não precisa de ser senão o que é, isto é, um fantoche simpático. É sobre este fundo de intriga amorosa que nós vamos ver a projecção desse vício medonho: a avareza, atormentando o burguês egoísta. O desfecho é atabalhoado, artificial, postiço, longo, enfadonho, e o essencial é que feche a intriga aberta na cena inicial.



      Ficha Técnica Encenação: Pedro Penim Interpretação: Ana Linda, Cheila, Dana Rodrigues, Gil Mac, José Carlos Pereira, Liliana Abreu, Magui, Maria Inês Cruz, Paula Rita, Pedro Fernandes, Su, Talita, Tessa, Zéquinha

      CITAC, Circulo de Iniciação Teatral e Académica de Coimbra / Universidade de Coimbra

      O Avarento | Ana Banha










      O Avarento | Tânia Araújo










      O Avarento | Mariana T Mota










      Instalações Urbanas | Lx Tek

      Lx Tek | Paulo Martins





      Lx Tek | Jorge AC Figueiredo






      Lx Tek | José Vicente










      Lx Tek | Paulo Carneiro










      Instalações Urbanas | Zigurate

      Zigurate | Pedro Bizarro







      Zigurate | Youri Paiva



      quinta-feira, 15 de Maio de 2008

      Peça | As Lágrimas Amargas de Petra Von Kant

      Petra: (…) Houve momentos tão belos que… momentos em que se esquece tudo, tudo, como se se pudessem resolver todas as dificuldades, como se se pudesse encontrar uma base de entendimento, que… ora, a carroça estava atolada em merda.
      Sidónia: Pobre de ti! Coitada!
      Petra: As coisas são fáceis de lamentar, Sidónia, mas mais difíceis de compreender. Quando compreendo não devo lamentar, pois posso mudar o que compreendo. Só devo lamentar a sério o que não compreendo.
      Sidónia: Já vejo que essa coisa toda fez de ti uma mulher dura. É pena, as mulheres duras sempre me desagradaram.
      Petra: Pareço dura porque uso a cabeça. Não estás habituada a que as mulheres pensem. (…)


      Ficha Técnica Encenação: GTMT Interpretação: Marta Arenga da Silva, Vera Rodrigues Bernardino, Cristina Silva, Ana Rita Francisco, Joana Freire, Rita Manuel Machado
      GTMT, Grupo de Teatro Miguel Torga / Faculdade de Ciências - Universidade de Lisboa


      As Lágrimas Amargas de Petra Von Kant | Rute Martins










      As Lágrimas Amargas de Petra Von Kant | Tânia Araújo










      As Lágrimas Amargas de Petra Von Kant | José Vicente










      quarta-feira, 14 de Maio de 2008

      Performance | O Salgueiro

      O Salgueiro | Paulo Carneiro







      O Salgueiro | Pedro Bizarro







      Peça | As Portas de Mahagonny

      No meio do nada, três pessoas fundam uma cidade aparentemente cheia de oportunidades que esperam que seja uma fonte de rendimento fácil, Mahagonny. Dos muitos insatisfeitos que se põe a caminho desta cidade, chegam quatro amigos lenhadores vindos do Alasca. Entre eles, Paul Ackermann e é a sua história que vos queremos contar…

      Ficha Técnica Encenação: A. Branco Assistente de Encenação: Ana Rosa Interpretação: Ana Rosa, Bruno Afonso, Bruno Silva, Carolina Allegro, Joana Sobral, João Soares Silva, José Santos, Patrícia Nazaré, Paulo Mota, Pedro Loureiro, Rafaela Lacerda Santos, Sara Carvalho, Tiago Mendonça Fernandes Luzes: A. Branco Figurinos: Fc-Acto Cenários: Fc-Acto Produção: Marta Santos, Fc-Acto

      As Portas de Mahagonny | Eduardo Encarnação









      Tertúlia


      As Portas de Mahagonny | Ricardo Vital







      As Portas de Mahagonny | Tânia Araújo












      terça-feira, 13 de Maio de 2008

      Peça | A Corda

      Um jovem casal perturbado resolve cometer o crime perfeito.
      Para tal estrangulam um colega da faculdade com uma corda, escondendo o seu corpo dentro de uma arca. Para tornar tudo mais excitante, os jovens decidem convidar para jantar os amigos e familiares do morto servindo a refeição sobre a arca. Todos esperam um convidado que nunca há-de chegar. Por entre ironias e humor negro, vão-se descobrindo verdades aterradoras. Mas a maior de todas as verdades repousa dentro da arca que, inevitavelmente, terá de ser aberta, revelando o mistério que o público anseia desvendar. Resta saber se está preparado para isso…




      Ficha Técnica Encenação: Michel Simeão Interpretação: Diogo Trabuco, Guilherme Cintra, Inês Melo, Inês Oneto, Marta Gil, Paulo Palma, Vânia Naia Luz e Som: Michel Simeão, Bruno Vilan Figurinos e Adereços: GTUL, Sandra Santos Cenário: GTUL, Cristina Valodeiros Produção: GTUL, Bruno Vilan, Mafalda Elias, Pedro Coelho, Sandra Santos

      A Corda | Pedro Bizarro







      Tertúlia

      A Corda | Paulo Carneiro






      Tertúlia


      A Corda | Tânia Araújo










      segunda-feira, 12 de Maio de 2008

      Performance | Machinamentum

      Machinamentum | Helder Roque






      Machinamentum | José Vicente






      Peça Site Specific | Os Últimos

      Viajamos para dentro das nossas memórias, para fora delas, agarrados a um livro que vai dentro de um saco de plástico. Às vezes dizemos a verdade, muitas vezes mentimos. Inventamos percursos, sinalizamos nos mapas países, cidades, pessoas, casas que queremos ver, que já visitámos, que nos desiludiram. É sempre uma decisão ficar ou ir, o importante é viajar. A nossa biografia é aquilo que escolhemos dizer ou não. Viajantes que regressam, outros que estão prontos para partir. Já ninguém sabe o que é, há apenas uma urgência de dizer. No meio do caminho os viajantes esbarram numa televisão estragada, arrastam consigo um segredo impossível de prenunciar, na guerra decidem fazer uma festa. Quando ficam cansados, os viajantes sentam-se na cadeira que encontrarem no caminho, agarrados aos seus sacos de plástico lêem um livro, o único que têm, o mesmo de sempre.

      Ficha Técnica Encenação, Dramaturgia e concpção plástica: Tiago Vieira Interpretação: Carlos Justo, Joana Dias, Raquel Morais, Sérgio Maciel A partir de : Samuel Beckett, Gonçalo M. Tavares, Alexandre O'Neill, Mário Sá Carneiro Textos de: Carlos justo, Joana Dias, Raquel Morais, Sérgio Maciel, Tiago Vieira Produção: Catarina dos Santos

      2ª CIRCULAR /Escola Superior de Comunicação Social - Universidade de Lisboa

      Os Últimos | Eduardo Encarnação









      Tertúlia




      Os Últimos | Ricardo Vital












      Tertúlia

      domingo, 11 de Maio de 2008

      Peça Site Specific | Aniquila

      Como se aniquila o tempo? Como podemos prolongar este momento? Como posso morrer várias vezes e ter tanto prazer?
      Aniquila para anular, para tornar sem efeito a vida.
      Aniquila para destruir e transformar em nada.
      A destruição leva-nos a que tudo caia no vazio. A vida deixa de fazer sentido e aqui eles só têm uma alternativa, esperar pela morte.
      Depois tudo volta sempre ao início. A vida volta sempre ao início, transformando-se num ciclo incompleto.
      Aniquila o tempo, aniquila a espera. Aniquila nunca será definitivo, porque ficará sempre qualquer coisa por aniquilar.
      Não consigo sentir o tempo. Aniquilo o tempo para não ter de me lembrar.
      Não te reconheço, mas não me consigo lembrar de te esquecer.
      A memória não é de confiança.


      Ficha Técnica Encenação: Susana Vidal Interpretação: André Ferreira, Jaime Vogado, Joana Martins, Miguel Ribeiro, Pedro Moura Espaço Cénico: Eric Costa Desenho de Luz: Susana Vidal Composição musical, interpretação e improvisação: Bruno Garcia Produção: Eunice Costa e Joana Martins

      GTIST / Instituto Superior Técnico

      Aniquila | Maria Albuquerque









      Tertúlia




      Aniquila | Marina Coelho






      Tertúlia


      Aniquila | Tânia Araújo










      Peça | Las Relaciones de Clara

      Clara quer ser ela própria, quer romper com a capa imposta por um mundo marcado pelo comodismo, pela ausência de relações sinceras e pela impossibilidade de se ser fiel para consigo própria. Todos se aproveitam da sua rebeldia, da utopia de querer encontrar um espaço de aceitação e de generosidade onde a solidão que a asfixia encontre, pelo menos, um abraço terno. Todos empurram Clara com os seus vícios e misérias, arrancam o seu coração como piranhas esfomeadas e ela, incapaz de ir contra a sua apatia natural perante convenções sociais como o trabalho ou a família, Afoga-se perante todas as imposições e experimenta novas formas de encontrar sentido para as suas perguntas: “Onde estou. Quem sou. Para que estou aqui e o que tenho a fazer.” Sozinha, desfeita e inadaptada, ela enfrenta a sua única saída. A braços com a sua tristeza, Clara deixa-nos a possibilidade de seguir em frente, tentando que as coisas mudem.


      Ficha Técnica Encenação: Daidee Veloz Interpretação: Isabel Guerra (Clara), Adela Castaño (Irene), Isabel Nosea (Isabel), Pedro Aguilera (Tomás), Sergio Fernández (Godofredo), Javier Villarín (Jorge), Oscar López de Ahumada (o chinês sem nome), Adríán Hahn (O estranho) Cenografia: Alain Ortiz Vestuário: Daidee Veloz Som: Beatriz Gonzalés Calderón
      LA ESCALERA TEATRO / Universidade de Pablo Olavide, Sevilha

      Las Relaciones de Clara | Luís Conde







      Tertúlia


      Las Relaciones de Clara | Manuel Esteves








      Las Relaciones de Clara | Tânia Araújo










      Performance | T13

      T13 | Maria Albuquerque










      T13 | Marina Coelho










      sábado, 10 de Maio de 2008

      Peça | Conflitos

      Dois homens e duas mulheres revelam aquilo que realmente sentem, deixando de lado as normas desta sociedade hipócrita. Um manicómio, uma família, pessoas, uma casa... enfim, o onde e o quem não são o mais importante neste tratado de indignação teatral. Aqui reina o absurdo extremo de situações quotidianas acompanhadas por ambiência musical, algo distante no tempo. Sentir, é neste teatro, um pré-requisito. Ver e deixar-se levar uma condição.

      Ficha Técnica Encenação: Pedro Mendes Interpretação: Cláudia Medeiros, Margarida Duarte, Mário Cortinhas, Rui Fernandes Textos: António Torrado, B. Brecht, Pedro Mendes, José Luís Borges e Frederico Garcia Lorca

      GATUÊ /Universidade de Évora

      Conflitos | Paulo Martins








      Tertúlia

      Conflitos | Jorge Figueiredo







      Tertúlia

      Conflitos | Tânia Araújo










      Peça | Os Feios

      Partindo da ambígua e fragmentária base textual do russo Daniil Harms (que embora proporcione uma total liberdade dramatúrgica, faz ruir debaixo dos pés qualquer pré-concepção estrutural de um espectáculo) alinhavámos corpos e farrapos ao marionetismo humano. Desde o primeiro trincar da maçã e do primeiro saborear do conhecido até ao pecado que alimenta o sonho, navegamos no convés de uma árvore desenraizada da sua Génese, vemos do céu o nosso Paraíso Perdido, das nossas asas já só restam ramos sem penas. Ah! A vertiginosa queda, enfim, através dos olhos Icarianos.
      Se as palavras fossem trapos, quantos vestidos conseguiríamos dizer?


      Ficha Técnica Encenação: João Fino Interpretação: Bruno dos Reis, Cristiano Figueiredo, Filipa Portela, João Fino, Nuno dos Reis, Sara Leite Espaço Cénico: João Fino, GrETUA Desenho de Luz: João Fino Sonoplastia e luminotecnia: João Veludo, João Fino Figurinhos: João Fino, Ágata Sofia, Rosa Peixinho Produção Gráfica: Sílvio Teixeira Produção: GrETUA

      GrETUA / Universidade de Aveiro

      Os Feios | Bruno Mendes







      Tertúlia





      Os Feios | Nica Paixão









      Os Feios | Tânia Araújo








      sexta-feira, 9 de Maio de 2008

      Peça | Seis Mulheres sob Escuta

      Esta é a história da prisão de uma estudante num desacato nos anos sessenta em Portugal, recordado por ela própria numa visita à prisão onde esteve. Esta é também a história das mulheres que com ela estiveram presas, sob escuta umas das outras e do mundo que as aguarda à saí­da, pesado no seu julgamento. Alianças, necessidades, afectos e ódios, todos numa escala pequena demais para um país também ele sob escuta, mas grandes demais para uma cela com três beliches para dormir e um biombo para esconder.


      Ficha Técnica Encenação: Nuno Meireles Interpretação: Diana Fernandes, Dulce Fernandes, Joaquina Oliveira, Margarida Miranda, Rita Monteiro, Sara Jones, Soraia Garrido Som: Nuno Gomes e Miguel Marques Luz: Cláudia Luena Figurinos: Máscara Solta Cenografia : Máscara Solta

      Máscara Solta / Universidade do Porto - Faculdade de Letras

      Seis Mulheres sob Escuta | Maria Albuquerque








      Seis Mulheres sob Escuta | Marina Coelho







      Tertúlia

      Seis Mulheres sob Escuta | Tânia Araújo










      quinta-feira, 8 de Maio de 2008

      Performance | Um chá com a Adília

      Um chá com a Adília | Bruno Mendes









      Um chá com a Adília | Rute Martins







      Um chá com a Adília | Ricardo Vital






      Um chá com a Adília | José Vicente






      Um chá com a Adília | Nica Paixão








      Peça | É Urgente o Amor

      Acordei sozinha na minha cama.
      O enrugado dos lençóis recorda-me que aqui estiveste,
      não num sonho, mas na duração dele.
      Na minha pele os vergões e as marcas do teu sentimento.
      A dor convertida em prazer, ou vice-versa, já nem sei.
      Lembro-me de lhe chamares Amor.
      Dizem que o Amor é Cor-de-rosa,
      Mas partiste, como fazes todos os dias, vestindo as tuas
      calças, terminando o teu cigarro, deixando bem claro que
      desconheces a data da próxima visita.
      E mesmo assim chamas-lhe Amor.
      Sabes, não aguento mais.
      Não suporto os intervalos, nem os momentos de espera que
      apenas fazem funcionar as memórias de ti, e que nem sempre

      te favorecem.
      Não imaginas como o limite está próximo, como todos os
      confortos que me abraçam, toda a atenção que recebo dos
      homens que me desejam, são um tão grande nada, se simplesmente
      não te tiver.
      Por isso escuta.
      É urgente dar vida ao Amor com que me atrais e atraiçoas ao mesmo tempo,
      porque ele esmorece e morre se se lançar de um prédio.
      E com ele, toda a vida em mim, para Sempre.
      Preciso de Ti.
      Da tua, Branca






      Ficha Técnica Encenação: Pedro Wilson Interpretação: Gonçalo Fortes, Henrique Gomes, Isabel Sevivas, Paula Morais, Rita Jardim Argumento original e história: Luís Francisco Rebelo Adaptação do texto: Pedro Wilson Luminotecnia: Pedro Wilson Sonoplastia: Cénico de Direito Figurinos: Cénico de Direito Cenografia : Cénico de Direito Produção: Cénico de Direito Direcção de Produção: Joana Sevivas

      Cénico de Direito / Universidade de Lisboa - Faculdade de Direito

      É Urgente o Amor | Paulo Martins






      É Urgente o Amor | Jorge Figueiredo








      É Urgente o Amor | Tânia Araújo












      quarta-feira, 7 de Maio de 2008

      Performance | Desdémona(s)

      Desdémona(s) | João Sollari







      Desdémona(s) | Paulo Carneiro









      Conferência-Debate Teatro e Direito | Luís Conde









      Peça | A Cantora Careca

      Imaginem duas televisões ligadas ao mesmo tempo, no mesmo programa, onde é retratada uma típica família inglesa, imaginem cortes temporais provocados pelo tão insistente relógio que Ionesco colocou em cena, imaginem um caos provocado pela emergente disfunção da lógica, à medida que nos aproximamos do fim da peça e juntem-lhe um pouco do mais puro absurdo.


      Ficha Técnica Encenação: Ana Isabel Augusto Interpretação: Ana Gama, Bastos Silva, Carina Cordeiro, Diana G. Tomás, Filipe Diogo, Maria Pires, Mascarenhas Proença, Nadyah Silva, Osório de Barros, Rita Guerreiro, Sara Esteves Produção: Pedro Manuel Cenografia e Guarda-roupa: Ana Isabel Augusto Costura: Ilda Barreto Música Original: André Silva

      MISCUTEM /Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa

      A Cantora Careca | Helder Roque








      A Cantora Careca | Rute Martins






      A Cantora Careca | Tânia Araújo










      Exposição Espaço Cénico de Direito | Luís Conde









      Exposição retrospectiva em homenagem a António Malaquias de Lemos, fundador do grupo de teatro académico Cénico de Direito, o mais antigo de Lisboa.
      Átrio da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa






      Exposição Espaço Cénico de Direito | Youri Paiva










      terça-feira, 6 de Maio de 2008

      Peça Site Specific | Máquina-Édipo

      Édipos, Jocastas, Espectáculos, Teatro, Sófocles, Tragédia, O nascimento da Tragédia, Incesto, Política, Poder, Dinheiro, Falta de dinheiro, Artuad, Obras-Primas, Caixas, Botas, microfones, Anedotas, Adivinhas, Daft Punk, Stravinski, Deleuze, Nietzsche, Pipocas, Genética, pés, intermezzo, José Gabriel Pereira Bastos, Nuno Nabais, papá, mamã, filho, Marx, Capitalismo, colunas, cassetes, cds, rádios da década de 80, televisões, Revoluções, Apolo, Dioniso, gatos castrados, gatas incestuosas, saxofone, Fame, sapateado, Rizoma, rampas, garagens, cafés, cigarros, computadores, filmes, dvds, mesas, metrónomos, olhos, psicólogos, antropólogos, actores, realizadores, encenadores, jornalistas, estilistas, veterinários, músicos, efeito borboleta, quarta dimensão, seis graus de separação, coreografias.

      Ficha Técnica Encenação/Direcção artística: Diogo Bento Assistência de Encenação: Inês Lago Interpretação: Elisabete Fragoso, Francisco Belard, Joana Souza, Maria Leite, Margarida Figueiredo, Miguel Carmo, Raquel Hermínio, Ricardo Sobral, Rita Alves, Romeu Ornelas, Rui Macedo, Sara Loureiro, Susana Blazer, Susana António, Tiago Dias Vídeo: Márcio Laranjeira Produção: GNT

      GTN /Universidade Nova de Lisboa-Faculdade de Ciências Sociais Humanas

      Máquina-Édipo | Luís Conde













      Tertúlia




      Máquina-Édipo | Tânia Araújo







      Máquina Édipo | Paulo Carneiro











      segunda-feira, 5 de Maio de 2008

      Peça Site Specific | Chez Kantor

      Um espectáculo na influência do imaginário cénico e conceptual de Tadeusz Kantor, onde o grotesco associa o trágico e o cómico, a memória, a velhice e a infência. Uma valsa dançada em coro, uma viagem dentro de casa, a alegria de ser o contrário.

      Ficha Técnica Encenação: Pedro Manuel Interpretação: Bruno Couto, Bruno Tibúrcio, João Frias, Lara Reis, Lia Silva, Teresa Meira e Tiago Varanda Dramaturgia: Pedro Manuel Figurinos: NNT Luz: NNT Cenografia : NNT Música: NNT

      Novo Núcleo Teatro / Universidade Nova de Lisboa - Faculdade de Ciências e Tecnologia


      Chez Kantor | Tânia Araújo










      Chez Kantor | Rute Martins












      Chez Kantor | José Vicente









      Tertúlia





      Abertura do Festival | Ricardo Vital











      Abertura do Festival | Tânia Araújo






      Abertura do Festival | João Sollari









      quinta-feira, 1 de Maio de 2008

      Ana Margarida dos Santos Banha


      Bruno Mendes


      Eduardo Cipriano da Encarnação

      Helder Roque

      João Sollari Allegro Cardoso de Matos

      Jorge AC Figueiredo